quarta-feira, 18 de junho de 2008

XII


A palavra “perdoar” é pequena! Contudo, o seu significado, grande e até enorme do tamanho do “peso” que cada um “carrega”, pode ser da dimensão do mundo e até do universo! Concentrando-nos por uns instantes no “peso”, transportemo-lo para uma mochila, que geralmente cada um de nós excede as “medidas”, tornando-a pesada, demasiado pesada!

No entanto, gosto de pensar, que na boa verdade, não são todas as pessoas que sobem uma montanha de mochila pesada. Sei que há quem prefira ir preenchendo-a aos poucos! Mas sábios mesmos, são aqueles que antes de começarem a escalada, primeiro pegam na sua “mochilinha” e a esvaziam. Depois, libertos, leves, soltos e livres sobem-na desfrutando-a com toda a sua abundância e dádiva da natureza. E aí, é que reside uma das lições “do saber viver” – O não recear «sentir» seja proveniente de um acumular ímpar de tristezas ou, apenas de um conjunto de reacções inconscientes. E, sem amuletos e muletas que desesperadamente tentam agarrar uma vasta colecção de desculpas, então talvez seja possível alterar a vida de cada um em aspectos fundamentais! O “perdão” iniciado em nós, passando pelos entes mais próximos e até em outras pessoas mais distantes mas que de alguma forma coabitam com a nossa vida, é um passo que tanto tem de recomendável como de imperioso! Não tenham dúvidas que não se avança fluidamente na vida, com situações mal resolvidas, magoas e rancores! Em contrapartida, vence o arrastar, mas até quando, e como, só pode mesmo ser uma incógnita, porque uma certeza não é certamente!

Das sessões reikianas e meditativas que simultaneamente mais me impressionaram e sensibilizaram, abordaram, contornaram e esmiuçaram o “Perdão” e o “Perdoar”, lembro-me em particular de uma sessão de Reiki. Sentada numa sala fugazmente iluminada por pequenas velas, um forte e doce cheiro de incenso invadia o ar misturando-se com uma misteriosa e predominante escuridão. À medida que os meus olhos esforçavam-se para uma adaptação harmoniosa à adversidade encontrada, algo de muito forte começou a invadir-me, a minha concentração aumentou e subitamente fiquei muito séria. Apenas uma voz interrompia o silêncio – vão pondo a vossa mão direita no coração, a esquerda na perna direita e sintam a cor violeta penetrar-vos... agora, devagarinho focalizem uma pessoa que vos é querida. Peçam que vos perdoe. Mandem-lhe à distância, também o vosso perdão e deixem o amor penetrar suavemente...

Rapidamente, percebi que o meu descontrole era tanto, que foquei várias pessoas ao mesmo tempo, esquecendo-me que era imperativo ser apenas uma pessoa de cada vez, num total de três. Também rapidamente, apercebi-me que tinha muito mais pessoas, para além das três previstas. Perdida entre toda a situação, misturada entre dores de estômago e rins, tornei a concentrar-me na voz – concentrem-se em vós e perdoem-se porque cada um de vós é digno de perdão e de tudo de maravilhoso que existe no mundo. Cada um de vós é um ser magnífico!

Acreditem que até hoje esta experiência acompanha-me e ensina-me. Mas o mais importante de tudo é que aprendi a tornar-me mais leve, bem mais leve. E sabem porquê? Porque perdoei...

Por tudo isto, não se esqueçam, pois, de meditarem “nestes assuntos” carinhosamente e de ter a certeza que o melhor mesmo é não se fazerem julgamentos...

XI


A “solidão”, gigante social actual, tem vindo crescente e velozmente atormentar espíritos prevenidos e desprevenidos! Não escolhe idades, classes ou sexos! Por assim dizer: ninguém escapa!

Devagarinho, vai abrindo caminhos sem pedir licença, instalando-se profundamente nas entranhas de cada ser. Enlutado e de negro, o espírito e alma vão mirrando, procurando no abrigo de um sofá, no bebericar de um chá, algo ou alguém com quem falar ou apenas olhar, só para não sentir tanto o vazio do ar que se respira, das paredes onde se abriga... alternativas procuram-se!

O espírito ainda não sabe, mas a alma sábia, há muito que procura soluções: amigos, namorados, companheiros, companhias...

No desespero, muitas vezes “tudo o que vem à rede é peixe”! A escolha, pouco criteriosa, pode alcançar percursos sinuosos acentuando ainda mais a “solidão” de cada qual. Numa assarapantada aflição, a percepção “tapar buracos vazios, nem pela memória, nem pelas retinas, ainda que vagamente passa”.

Muitas vezes, a dor acentua-se tanto, que graves enfermidades surgem. Por sorte, ainda sobram os bichos! Os incontestáveis amigos! Vivam pois os cães e os gatos! Mas... atenção! Apesar da muita dedicação e fidelidade por “estes” dada, a solução continua a ser dentro de cada um de nós, de vós, dele, dela…

Olhem pois agora para o vosso mais secreto interior, o tal EU recôndito e escondido, deixem-no soltar e falar... se lhe apetecer deixem-no até berrar!... O que interessa mesmo é a “limpeza” desse interior... E nem que seja a plenos pulmões... viajam dentro de vós e conheçam-se... pois o único subterfúgio válido, é mesmo a vossa alma, o vosso espírito e... quem sabe a solidão passará a ser menos penosa e mais tolerável. E aqui já neste estágio, talvez outras alternativas como o cultivo da espiritualidade não pareça tão absurda!...

Por tudo isto, lembrem-se mais uma vez que o melhor, mesmo, é não se fazerem julgamentos...

domingo, 4 de maio de 2008

X


É certo que ver e sentir, é o nome desta crónica, mas principalmente e antes de tudo, tratam-se de importantes faculdades que o ser humano possui.

Os olhos, “preciosos tesouros”, permitem “ver” todas as maravilhas que nos rodeiam com formatos, magnitudes e amplitudes. É um sentido tão lindo, que nos reporta para uma permanente tela de cinema repleta de luz, em que nós somos os actores principais, participando activamente na nossa vida, e na dos outros. E depois... tudo tem cor que muito bem pode simbolizar o estado do nosso estado de espírito! Decerto que a escolha de uma cor escura é bem mais triste e deprimente do que uma brilhante e reluzente tonalidade clara, tal como o Verão, tal como a Primavera, em que os coloridos próprios das épocas se confundem com característicos aromas... E aí, o nosso narizinho é o alvo principal,.. o de cheirar dando origem ao famoso olfacto! E aí, e de súbito, a beleza de uma flor, é como se tornasse mais apurada, juntando à honra de podermos contemplar a sua beleza com as suas estonteantes cores, o conseguirmos cheirar o seu maravilhoso perfume... é uma dádiva dos céus e uma maravilha da natureza! Desfrutem-na com prazer, esquecendo as amarguras da vida... e vivam prazenteiramente o momento, sentindo com os dedos a suavidade e leveza das pétalas da flor... Reparem, como os prazeres da vida podem aumentar com a simplicidade de poder tocar em todas as coisas existentes no mundo,... Como o apurado tacto sentido nas pontas dos dedos ao tocar o veludo macio de cada pétala... No meio desta perfeita contemplação, as nossas capacidades permitem-nos ainda ouvir o zumbido de uma abelha que também ela atraída pela beleza e cheiro da flor, pretende banquetear-se com o seu pólen... Reparem, os nossos ouvidos escutam! Como é inteligente a natureza! E como é esperta a abelha! Tal como nós... empurrados pelo cheiro, e cores “atacamos” com prazer uma suculenta refeição embalados pelo sabor dos alimentos cuidadosamente preparados quer pela natureza, quer pelas mãos de um qualquer cuidadoso cozinheiro... A nossa boca, é pois agora a caixinha de surpresas, só superada pelo prazer da gustação...

A par destes cinco magníficos sentidos, constato a existência de outras faculdades na nossa exímia constituição humana...mas acolho-as com um misto de alegria por as possuirmos e de pena por não as valorizarmos como elas merecem!...

Na altura do cio, os animais, dizem, andam loucos! O cheiro inalado das glândulas sexuais, misturado com períodos sazonais é muitas das vezes explosivo... os cães desarvorados, fogem de casa e dos seus donos, para andarem fervorosamente atrás das cadelas... pela causa, andam à pancada com outros cães muitas das vezes com o dobro do tamanho, não comem, ficam escanzelados, magros e de horrível aspecto com umas mordidelas à mistura. E isto, sem contar com sonoros uivos à lua cheia... Até os gatos não escapam com encarniçados gemidos que parecem surgir de qualquer lado, da janela, do telhado, do chão!... Enfim, na natureza tudo é válido e aceite no jogo da conquista, da sedução! Simplesmente porque é natural e intrínseco... e o homem não foge à regra... é pena que os pruridos, muitas das vezes falsos, estraguem esta faceta magnífica: o da conquista, da sedução, do sexo, do namoro e do amor... sim porque tudo está tão ligado, que não adianta muito separar «as águas» sob pena de quebrar irremediavelmente a magia...

Intuir, intuição, é também mais uma preciosa ferramenta. Igualmente não somos os únicos a possuir, e os cães bem podem confirmá-lo com o seu olfacto, e ouvido dando origem a um poderoso sexto sentido! O de intuir! Mas só o homem é que pode mistura-lo com as suas poderosas capacidades como a da fala! Se tivermos atentos aos nossos sentidos, aos sinais, de imediato é como se tivéssemos um canal permanentemente aberto com o divino que nos alerta para o que é bom, ou que nos avisa do que é mal... Pode ser algo tão inexplicável como cruzarmo-nos com alguém que nunca antes vimos e sentirmos imediatamente um arrepio na espinha como que uma repulsa, ou pelo contrário sentirmos uma atracção incrível... Será o cruzamento de vidas passadas, o outro lado do espelho ou simplesmente o tal cheiro das glândulas?...

Por tudo isto, não se esqueçam, pois, de meditarem “nestes assuntos” carinhosamente e de ter a certeza que o melhor mesmo é não se fazerem julgamentos...

IX


Deste sempre, recordo-me da palavra “sucesso” como de suma importância no pilar e suporte em muitas vidas. Geralmente associada ao triunfo e ganhos no trabalho, as primeiras imagens que se tem sobre o “êxito” ou “sucesso” é dinheiro, reconhecimento, abundância. Mas será só isso mesmo?... Não poderá haver outra faceta?

É claro que existe, mas é decerto a menos falada e associada a este famoso termo do “sucesso”! O outro lado pode e deve reflectir mudanças, mas mais no domínio do companheirismo e da humildade. O “êxito” e o “sucesso” podem bem ser confinados no empreendimento do caminho da aprendizagem, do reconhecimento nos méritos pessoais e do EU de cada um.

Sem desfalecer ou esmorecer, estou convencida de que é um direito inato ir de sucesso em sucesso durante toda a nossa vida. Se isso não acontece, é porque não caminhamos em sintonia com as nossas capacidades inatas, ou por não acreditarmos que possa ser verdade para nós ou ainda por não reconhecermos os nossos próprios sucessos. Por vezes ávidos de “vencer na vida” e ser-se finalmente “reconhecido e bem aceite na sociedade”, estabelecemos padrões demasiados elevados para o ponto evolutivo em que estamos no momento. Não nos sendo possível atingi-los imediatamente, fica latente e patente o tão “envergonhado” e “doloroso” falhanço tão rejeitado na sociedade actual....

Quando uma criança está aprender andar ou a falar, encorajamo-la e louvamo-la por cada pequenino progresso que ela faz. A criança sorri e procura avidamente fazer ainda mais e melhor. Se pensarmos bem, não é desta forma que na generalidade, cada um de nós faz. Em vez de auto-coragem e auto-elogios quando se faz alguma coisa nova, é usual tornar a tarefa ainda mais difícil, com mimos como “que, trapalhão, eu sou” ou “ sou mesmo um fracasso”. Devo confessar, que era uma prática usual em mim, esse tipo de auto-mutilações, que levava-me a recusar práticas novas, simplesmente porque não sabia como o fazer e o medo do ridículo era enorme! Hoje, tenho a certeza que uma das coisas boas que aprendi com a prática da meditação, além da calma inerente a esta “actividade”, foi indubitavelmente ver o “outro lado” das coisas, um lado mais doce, mais puro, mais confortante e onde tudo é bastante mais simples! Rapidamente, percebi que o aprender, não é mais do que o conjugar de vários erros, até que a nossa mente subconsciente consiga “unir” as imagens certas. Assim, aprendendo-se pouco a pouco com cada experiência, claramente é possível proporcionar um percurso constituído por uma série de passos para sucessos sempre crescentes!

Associado a todos estes “conceitos”, visualizemos agora dois alpinistas. Claramente, um deles destaca-se, escalando mais e melhor do que o outro. “Vitorioso”, sentindo-se contente e orgulhoso por ter chegado mais além, ganha como por “mágica” mais energia e forças para apoiar o outro alpinista. Isso faz com que este último alpinista suba com mais confiança, segurança e consciente da ajuda. E este é sem dúvida o maior “êxito e sucesso” – o de pedir e o dar; o da consciência e o da inter-ajuda. Enfim, simples práticas que tornam o dia a dia, a sociedade e a vida melhor, bem melhor!

Por tudo isto, não se esqueçam, pois, de pensarem “nestes assuntos” carinhosamente e de ter a certeza que o melhor mesmo é não se fazerem julgamentos...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

VIII

Quando era miúda, lembro-me bem da minha predilecção pela cor rosa. Tudo era rigorosamente escolhido em função do tão amado rosa, sem esquecer peças de vestuário, roupas das bonecas e até imagine-se rebuçados! Como toda a gente adorava essa minha predilecção! Decerto consideravam que além de me assemelhar a uma bonequinha rosa ou mesmo uma princesinha, era também de certo uma cor muito apropriada para uma menina!

À medida que fui crescendo, depressa fui-me apercebendo que os valores, maneiras e gostos tinham de ser adaptados à idade que ia tendo. Por estas e por outras, e de baralhação em baralhação, cheguei a um ponto da minha vida, que já não sabia, qual “afinal” era ou “deveria ser “a minha cor preferida! Curiosamente, conjugando os saberes herdados do Reiki, meditação e Feng Shui, percebi que cada cor tem um significado real e uma linguagem muito própria! Tal e qual a linguagem do trânsito, ou a numerologia! Diferente pois e restrito igualmente! Mas lindo e bem arrojado!

A partir da interiorização desse “conhecimento”, a paleta de cores, tomou-se num grande, especial e real significado, acabando mesmo por dar-me lições de vida com uma “fantástica compreensão” da percepção do carácter e bloqueios das pessoas.

Com a cor vermelha, fiquei fascinada por se tratar de um centro da sobrevivência; da expressão criativa; do verão; do sul e do fogo; da concessão de segurança; e mesmo ligação à terra com as raízes de cada ser. Quanto à cor laranja, simboliza o sexual; a curiosidade; emoções; gosto pela arte e relações afectivas. Por sua vez, o amarelo, é mais o centro da sabedoria; poder pessoal; a terra; o centro e os anos da adolescência. Já o verde é a cor da primavera; dos nascimentos e da primeira infância sendo magnifico em quatros de crianças e jovens. Representa ainda o coração e o amor incondicional com a função de nos facilitar amar inteiramente e sem imposições. O azul-turquesa, toca mais o sector da comunicação e da purificação. O azul-escuro, simboliza mais o conhecimento psíquico; intuição e sentidos. Violeta é por excelência uma cor da transformação e transmutação, permitindo o estímulo da natureza espiritual e intuitiva. O branco, mistura de todas as cores, simboliza o Outono, os gloriosos anos adultos, sendo óptimo nos aposentos de pessoas maduras. O preto, que prima pela ausência clara da cor, a velhice. Utilizado insistentemente na indumentária de adolescentes denota “revolta” e até o “não quer ser igual aos seus progenitores”. Quanto ao meu amado rosa, orgulhosamente, percebi que simboliza a paixão; amor e carinho e que as pessoas que o elegem são normalmente pessoas muitos apaixonadas pela vida. Feliz pela acertada escolha na minha meninice, compreendi não só a sensibilidade que uma criança pode transportar, como igualmente a principal componente guiadora da minha vida: a paixão.

Reparem pois nas cores que cada um usa... Parem e pensem um pouco! Percebam como é possível entender melhor o seu carácter, sentir e até inclusive, compreender melhor outros semelhantes, mesmo mais do que eles próprios imaginam... Assim, quando alguém referir que não gosta de determinada cor, poderá de certo significar problemas em determinadas áreas da vida, e até a não aceitação de algo. Decerto e para seu bem, deverá “trabalhar” essa “tonalidade” no sentido de uma maior aceitação do seu ser e do seu EU!

Não se esqueçam, pois, de pensarem nisto tudo carinhosamente e de ter a certeza que o melhor mesmo é não se fazerem julgamentos...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

VII


Ainda percorrendo a senda da diferença e de mudanças iniciada na crónica anterior, pensemos hoje em alguns aspectos da nossa vivência: o emprego, a alimentação, os amigos, a família e os pais.

Se mudamos de emprego ou o perdemos, o pânico instala-se. Não queremos saber se será um sinal para crescermos, para nos compreendermos ou para nos percebermos se a nossa escolha terá sido a melhor.

Se mudámos o nosso regime normal para o vegetarianismo, o apanágio de grilo aparece e o desconhecimento baila em nosso redor. Gostos alteram-se, bem como princípios e valores baseados e assentes agora na natureza e seus ensinamentos e ideais, nem que seja “manter os bichos vivinhos da costa”. Afinal, talvez não interesse perceber que essa mudança pode revelar maior crescimento espiritual e que puros princípios humanistas se estão a elevar.

Se o nosso relacionamento com os amigos é diferente, tendo ficado para trás muitos deles, em vez de revoltarmo-nos, o melhor mesmo é deixarmos que “eles” se vão, simplesmente porque o seu tempo de permanência connosco chegou ao término. Lembrem-se sempre que não é forçoso que todas as pessoas que passaram nas nossas vidas tenham de nos acompanhar até ao fim dos vossos dias. Cada um teve um papel importante, e se insistirmos fervorosa e sofregamente na “perda de amigos”, não chegaremos a perceber que “a madeira velha é para abater”...e quem sabe?...se não terá chegado altura para darmos espaço para outras e novas amizades? Afinal, para uma melhor compreensão desta situação, basta olhar uma árvore que no Outono perde as suas folhas, mas na Primavera seguinte, novas, frescas e verdes folhas tornam a brotar! Mais uma vez, a natureza é sábia!

Se a família deixou de nos compreender, talvez o nosso caminho seja diferente do deles, ou simplesmente o crescimento que eles quiseram atingir esteja estabelecido. Ao resistirem à mudança, não percebem que o seu intelecto não pretende evoluir mais e muito menos discernir que o dos outros podem ter essa necessidade premente e urgente!

Se o relacionamento com os pais é explosivo, tenham calma! Pertencem a outra geração e as preocupações são sempre inerentes à segurança dos filhos.

Batalhem pois pelo vosso lugar, pelas vossas necessidades e confiem naquilo que querem, pois é a força mais universal de se poder ser feliz de forma mais plena. Depois... ninguém disse que as mudanças eram fáceis! Podem sim, tornarem-se mais vantajosas e isso só compete a cada um de nós visualizar e perceber isso... A este propósito, Louise L’Hay refere no seu livro “Pode curar a sua vida”, conselhos precisos e sábios: “Eu sou o poder no meu mundo. Eu fluo o melhor que posso com as mudanças que ocorrem na minha vida. Eu aprovo-me a mim mesma e a forma como eu estou a mudar. Estou a fazer o melhor que posso. Cada dia é mais fácil. Alegro-me por estar no ritmo e no fluxo da minha vida sempre em mutação. Hoje é um dia maravilhoso. Escolho fazê-lo assim. Tudo vai bem na minha vida”

Não se esqueçam, pois, de pensarem nisto carinhosamente e de ter a certeza que o melhor mesmo é não se fazerem julgamentos...