“Resistência à mudança” será o tema de hoje. Como todos nós sabemos, no decorrer da nossa vida, vamo-nos deparando sempre com situações novas e diferentes. Muitas vezes, temos dificuldades em reagir e outras, de discernir qual o melhor partido tomar. Também e face às diversidades e à dificuldade em torneá-las, é por demais comum e vulgar ouvir-se “Não mereço mesmo nada de bom. Sou mesmo um desgraçado. Eu não valho nada”. Porquê, não pensar antes “se ultrapassar mais este obstáculo, ficarei mais forte e viverei de um modo diferente e melhor”?
Infelizmente, a lamentação e a negatividade são uma constante no nosso mundo, na nossa sociedade, e os meios de comunicação inquestionavelmente contribuem bem para o reforço desse cenário. É só pensarmos na televisão e no seu telejornal: a predominância de assuntos maus, desastres e criminalidade, não ajuda muito na libertação de pensamentos positivos sobre cada um de nós, dos outros e da vida em geral. “Cada um” é pois, o início do começo, porque é mesmo por aí que se têm de começar: no “EU”. Só com este Eu fortalecido, saudável e crente das suas capacidades, amando-se e aceitando-se tal como ele é, é que passará a ter condições para amar os outros. Perceber até onde vai o amor-próprio, onde começa a auto-piedade, o conformismo e a solidão, são um “jogo” por demais vital. “Saber” procurar as respostas dentro do nosso coração, na nossa alma, é igualmente um “truque” sábio com a função principal de eliminar muitos dissabores.
Inquestionavelmente, para nos melhorarmos, é fundamental a consciência que “Cada um de nós é responsável pelas suas próprias vivências” e que “Cada pensamento que concebemos contribui para a construção do nosso futuro”. Por isso, pensamentos positivos serem sempre tão convenientes em todas as questões da vida... vida essa que nunca é paralisante, estática ou desinteressante, porque cada momento que passa pode ser novo e fresco. E é com essa consciência presente, que por vezes é necessário e imperioso largar passados dolorosos, perdoar todas as pessoas, incluindo nós próprios... Pois caminhar em frente é preciso!... E depois.... “A auto-aprovação e a auto-aceitação no momento presente são as chaves para alterações positivas” e quem sabe... poderemos mesmo deixar de criar as chamadas “doenças” do nosso corpo!
Não se esqueçam, pois, de pensarem nisto tudo carinhosamente e de ter a certeza que o melhor mesmo é não se fazerem julgamentos...
